Na tranquilidade de seu quarto, um jovem brasileiro encontra conforto em sua própria companhia em uma tarde de domingo preguiçosa. Com a janela aberta para deixar entrar o ar quente e banhado de sol, ele se recosta em sua cadeira, sua mão se movendo devagar em direção à protuberância crescente. Ele puxa a calça, libertando seu pau já duro, e começa a acariciá-lo gentilmente, os olhos fechados, perdido em suas próprias fantasias.