Em minha insaciável juventude, aos 20 anos, eu não poupava meu namorado de minha luxúria. Nossos encontros eram intensos, nossas noites, inesquecíveis. Ele saboreava meu corpo com paixão, enquanto eu me entregava a ele completamente, desesperada por sua presença. Nossa conexão não tinha limites, e eu não me importava com as consequências. Tudo o que importava era a maneira como ele me fazia sentir, como se eu fosse a única mulher no mundo.